quarta-feira, 3 de julho de 2013
Dayse
Hoje, matei uma garota!
Sem nenhuma razão...
Sem nenhum motivo...
Sem nenhum por quê...
Sem nenhuma dificuldade...
Nada conheço sobre ela.
A única coisa que sei, é seu nome.
Seu nome era Dayse.
É o que estava escrito em um pingente que usava.
Só me dei conta....quando tirei as mãos de seu pescoço.
Belo nome...
domingo, 3 de março de 2013
*Bônus - A Procura de Gein!
Detetive Pack Shepard, está em busca do metódico e sombrio Charles Gein já faz algum tempo.
Charles Gein, "O Assassino de Wisconsin", é culpado de matar cinco pessoas e torturar mais de quinze mulheres no estado de La Crosse.
Catherine desapareceu há duas semanas quando estava indo para o mercado da cidade. Ninguém sabia de seu paradeiro, até hoje pela manhã, quando foi encontrada pelo grande detetive Pack Shepard.
Detetive Shepard encontrou o corpo de Catherine, no condado de Wisconsin. A garota dos cachinhos dourados (como era conhecida na comunidade).
Catherine foi encontrada perto das pastagens da fazenda de Bil The Wild, ao norte de La Crosse.
Estava amarrada e amordaçada além de seu tórax ter sido aberto por um objeto preciso e cortante.
Detetive Shepard até então usa, diversas formas de capturar o tal assassino. Como diversas peças de roupas de Catherine para que cães farejadores pudessem encontrar seu paradeiro, mas sem sucesso. Pois as constantes chuvas no local atrapalhavam a busca dos cães. As constantes ligações anônimas também facilitam para que o detetive Shepard pudesse chegar o mais próximo de Charles Gein.
Mas até agora, a única coisa que Shepard conseguiu de Gein, foi seu rastro sem pegadas...
O que mais impressionou a Shepard, foi, que ao encontrar o corpo de Catherine, havia uma carta ao lado do corpo endereçada a ele mesmo, escrita pelo próprio punho do assassino.
Isso mostra como o assassino, já conhece, observa, e provavelmente segue o detetive Pack Shepard.
"Esta carta será analisada minuciosamente pelas autoridades até que tenhamos uma sólida e definitiva certeza do paradeiro deste assassino." Estas foras as palavras de detetive Shepard para a imprensa.
Abaixo, você tem acesso a carta de Gein, endereçada ao maior detetive do FBI.
Ambos estão em níveis iguais, porém em pólos opostos e extremos.
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"Caro Captain Shepard"
Esta é Catherine que tanto procurou...
...em seu bolso há a resposta.
Um aviso:
Distância Captain...Distância!
Charles Gein""
--
Dentro do bolso da calça, havia os olhos de Catherine. O assassino quer que Shepard veja algo....
....algo que está mais perto do que ele possa imaginar...
Bônus - A Bela Repórter
Olá, Maldito diário!
Hoje, depois de ter separados os órgãos da pobre Marry Kate Jones e ter cerrado suas costelas com um serrote. Eu estava em casa, liguei a TV, passei alguns canais. Deixei no canal CNN.
A repórter Ashley Bates, falava sobre o alto índice de periculosidade nas estradas estaduais, sobre a alta de juros na compra de apartamentos para as classes C, D e E.
Eu assistia, mas prestava mais atenção em sua linda boca. O modo de como ela abria e fechava me fazia ter fantasias indecentes. Comecei a me tocar. Meu pênis começou a subir.
Não resisti, tinha de fazer isso.
Fui até o sótão, encontrei a pobre Marry Kate Jones esticada pelo cabo de aço com o tórax arrancado. Sua cabeça descansava em cima da mesinha. Seu rosto frio e rígido era de pavor. Eu achava engraçado.
Então, tirei meu membro pra fora e disse:
-Veja querida Marry, tive uma ereção, olha...... ahhahaha!!! ahahahah!!! hahahahah!!!
Eu o balançava na cara dela sem parar. Pulava e dançava no meio do porão. hahah!! hahahah!!
Fechei a fecho da calça e voltei a cozinha.
A querida Ashley Bates continuava a falar...agora da alta do dólar.
Eu estava na cozinha preparando meus ovos mexidos, inclinava o corpo para ver a reportagem.
A repórter era uma delícia. Havia um belo pescoço. Que pescoçinho magrinho e sensível!
Voltei para a sala com meus ovos mexidos e um copo de leite.
Ashley começava uma reportagem sobre "O Assassino de Winconsin".
Ninguém sabe o paradeiro. Ninguém o conhece. - Ela dizia.
Ao assistir aquilo, eu apontava para mim mesmo e bem baixinho dizia:
-Sou eu...ahahhahaha....Sou eu....hahahaha....sua Prostituta maldita!
Eu ria sem parar.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O Beijo Fatal
"Junte seus sapatos,
Conte as gotas de sangue no chão,
Supra suas necessidades maternas.
Envolva-os de carinho,
Enquanto você chora.
x x
x x
Tenha um crucifixo em mãos,
Seu órgão da vida, desejado,
Faz de você a anfitriã desta noite,
Quebre os laços dos sete pecados...
...e viverá para sempre."
Trecho do poema, "O Beijo Fatal" do poeta, Cyrus "Fritz" Metzger.
Alemanha, Século XVII
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Após recitar este trecho do maravilhoso poema do grande Metzger para Maryane, decidi fazer o mesmo com ela. Faria exatamente como constava no poema "O Beijo Fatal".
Eu já havia juntado meus sapatos ao lado da cama, como de costume. Havia cortado o meu próprio dedo indicador. Havia contado sete gotas pelo corredor da casa, coincidênica ou não? Seria a remissão dos meus pecados?Após recitar este trecho do maravilhoso poema do grande Metzger para Maryane, decidi fazer o mesmo com ela. Faria exatamente como constava no poema "O Beijo Fatal".
Marriane me disse que gostaria de ser mãe enquanto suplicava pela vida. Então a fodi...a fodi sem sua permissão mesmo. Não é o que ela queria?
Acariciei seus cabelos lentamente, ela chorava.
-Está tudo bem, querida! Por favor, não chore! - Eu dizia lentamente.
Ela carregava consigo um crucifixo em seu pescoço.
Eu estava em êxtase. Estava vivenciando o que o grande Cyrus escrevera séculos atrás.
Maryane estava fascinante, era a dama da noite.
A obriguei vestir o vestido de noiva que era de minha falecida mãe. O vestido coube muito bem.
Fizemos uma prece a deus para que nossas almas fossem salvas por nossos pecados e tirei a faca de minha cintura.
Maryane não estava mais comparecendo a minha festinha particular.
Depois de ficar amarrada por quatorze horas, ela estava sem forças até para gritar.
Em seu último suspiro, ela ajoelhou em minha frente se debruçou em minhas pernas.
-Olhe para mim. -disse calmamente.
Ao levantar a cabeça e me olhar nos olhos com seu olhar desesperador, desfiei minha faca em seu pescoço. Cortando-o de ponta a ponta.
Rápido....Indolor....Certeiro....
Só faltava agora, o último trecho do poema.
O belo beijo em sua testa fria.
"Boa noite, Maryane".
O beijo fatal.
Ato consumado.
Curiosidades:
Cyrus, alusão ao nome Vírus
Metzger significa açougueiro em alemão
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A Porta Maciça
As cinco e meia da manhã acordei com barulhos vindo do meu porão. Até tentei voltar a dormir mas os sons eram contínuos e secos (pô...pô...pô...), e isso me deixou extremamente irritado.
Sentei e com os punhos cerrados na cama, o olhar fixo no chão, já imaginava do que se tratava.
Puxei o ar com força e me pus de pé.
Vesti meus chinelos, o roupão azul marinho e desci até o subsolo.
Chegando lá, tirei o molho de chaves do bolso e ao abrir a porta, percebi que a vagabunda se debatia com toda força mesmo amarrada.
Acordou do sossega leão que eu havia dado à ela.
Com a respiração ofegante e totalmente desnorteada, se escorou no canto da parede fria e chapiscada.
-Mas ela continua amarrada das mãos aos pés com o enforca gato. - Pensei.
Estava batendo a própria cabeça na porta maciça, já fazia um bom tempo.
Realmente não sei como ela aguentou.
Agachei, cheguei próximo à ela e tentei tirar os cabelos da frente do seu rosto. Ela rejeitou.
Não parava de se debater e não me deixava analisar a situação.
Tranquilamente eu disse:
-Fique quieta! - Puxando-a pelo cabelo.
Na mesma hora, ela cessou. Estava exausta.
Sua testa em carne viva. O osso frontal estava quase exposto de tanto batê-la na porta maciça. Havia um rasgo bem no meio. Parecia uma vulva com lábios inchados.
Amordaçada, chorava compulsivamente.
O olhar pedinte e brilhante, suplicava ajuda. Suas pupilas dilatadas, seu rosto mostrava dor e clemência. Soluçava enquanto tentava falar.
- Por favor.... me deixe ir....me deixe ir...por favor.
O cheiro úmido e frio do porão era nauseante. Pois ali, algumas semanas atrás, já havia retirado algumas partes do dorso de Lily, e os restos que não usei joguei fora. Porém esqueci de recolher o lixo. Que estava alguns metros de nós.
Virei para trás e testemunhei com minha mão o que ela havia feito em minha porta maciça. Estava com avarias que precisavam de conserto. Além de estar toda ensanguentada e ter partes da testa dela grudados.
- Belo estrago heim, mocinha!? - Murmurei.
Segurei seu rosto com minhas duas mãos, ela o deitou como se quisesse descansar daquele pesadelo.
-Ei....ei...? - Disse ao procurar seus olhos nos meus.
Ela não me respondia e se retorcia sem parar.
Segurei com firmeza seu rosto, olhei bem no fundo de seus olhos e ao mesmo tempo que dividia a frase em pausas, eu batia com sua nuca na porta.
- Não ... bata ... mais ... a ... cabeça ... em ... minha ... porta!
(pow...pow...pow...pow...pow...pow...pow...pow...)
Levantei, peguei o molho de chaves do bolso e tranquei a porta.
Fui para a cozinha.
Os sons haviam cessado. Aguardei mais alguns minutos.
Enquanto fervia um pouco de leite, buscava alguns cookies de chocolate no armário.
Com meu café da manhã em mãos, fui até a vitrola, liguei na ópera.
Sentei em minha poltrona azul, e com o café da manhã e a ópera, tive uma belo momento de prazer.
Depois de um certo tempo, resolvi dar um passeio.
Me troquei, coloquei meu casaco, meu gorro, minha bota e fui em direção a porta da frente.
Nevava muito lá fora, o inverno estava no ápice.
Fechei o colarinho, pus minhas mãos nos bolsos e fui fazer meu passeio matinal pelo bairro.
Sem motivo algum.
Ao caminhar, algo me chamou atenção em um poste. Me aproximei e comecei a lê-lo.
Era um anúncio procurando uma certa garota que havia desaparecido sem rastros no bairro. Com telefone e recompensa.
Voltei a caminhar.
Observava com atenção as fumacinhas que saiam de minhas narinas enquanto descia a rua principal.
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