Hora: 00:03hs
Dia: 25 de dezembro de ####
Hoje é dia de natal! Que ótimo!!
Que bom, minha árvora de natal, meu presépio, meus presentes, meu pisca pisca, e você.
Você com seus olhos distantes, cinzas. Você não pode ao menos me dar um sinal que está tudo bem?
Quero dividir esta noite com você, baby.
Por favor baby, reaja, vamos. Diga que está tudo bem.
Agora vou cortar o pernil. Vamos querida, venha, venha.
Espere...vou amolar a faca!...Pronto, afiadíssima, olha, baby!?
Ei levante, vamos comemorar o nascimento do menino Jesus.
Ahhh... esqueça...
Eu mesmo vou comê-lo.
(Longa pausa)
Hora: 02:07hs
Dia: 25 de dezembro de ####
Retirei o corpo fétido de Susan por empestiar minha sala. Quase cai quando escorreguei na poça de sangue devido a martelada que dei em sua cabeça.
Ela até balançou e reagiu um pouco, (como peixes no tanque após serem fisgados), mas umas quatro ou cinco marteladas com toda força de um homem de noventa quilos e um e noventa de altura, na maça do rosto e na testa da princesinha, fizeram a mocinha descansar pra sempre.
Ao esquartejá-la em muitos pedaços na banheira, a coloquei no freezer.
Depois eu pensaria no que faria com ela... agora, era noite de Natal, vamos nos divertir....
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Eu te avisei
-"Eu te avisei".
Eu sempre dizia isso a garota dos seios fartos.
Já havia um tempo que eu esperava por esse grande momento.
A amarrei em uma cadeira de pregos sem encosto que a fez se segurar pelas costas, tendo altas dores provocadas pelo imenso esforço.
Ela queria que eu a soltasse, que a deixasse ir pra casa. Eu olhava pra cima de tanto gargalhar. Minha barriga doia de tanto rir.
-Te soltar, boneca? hahahahahaha. Você está brincando comigo, né?
Ela suplicava aos prantos. Com a boca amordaçada, trêmula e machucada, dizia.
-Por favor....por favor, me deixe ir. Não faça isso.
Com um sorriso no rosto eu dizia:
-Nananinanão...
e apontava o cano da arma fria em sua cabeça, até fazer uma marca redonda em sua testa pálida.
Eu recitava novamente à ela, toooooodos os avisos, recados, olhares, expressões e conversas que fiz para lhe mostrar o caminho certo, mas ela não quis saber, não me deu ouvidos, que pena!
Antes de levá-la desde mundo de merda eu digo só mais uma coisa.
Eu te aviseeei...
Eu sempre dizia isso a garota dos seios fartos.
Já havia um tempo que eu esperava por esse grande momento.
A amarrei em uma cadeira de pregos sem encosto que a fez se segurar pelas costas, tendo altas dores provocadas pelo imenso esforço.
Ela queria que eu a soltasse, que a deixasse ir pra casa. Eu olhava pra cima de tanto gargalhar. Minha barriga doia de tanto rir.
-Te soltar, boneca? hahahahahaha. Você está brincando comigo, né?
Ela suplicava aos prantos. Com a boca amordaçada, trêmula e machucada, dizia.
-Por favor....por favor, me deixe ir. Não faça isso.
Com um sorriso no rosto eu dizia:
-Nananinanão...
e apontava o cano da arma fria em sua cabeça, até fazer uma marca redonda em sua testa pálida.
Eu recitava novamente à ela, toooooodos os avisos, recados, olhares, expressões e conversas que fiz para lhe mostrar o caminho certo, mas ela não quis saber, não me deu ouvidos, que pena!
Antes de levá-la desde mundo de merda eu digo só mais uma coisa.
Eu te aviseeei...
sexta-feira, 27 de julho de 2012
A garota que falava demais
Minhas mãos a seguravam pelo pescoço. Eu a pressionava com força, muita força.
Seus olhos me olhavam fixamente. Demonstravam piedade pela minha ação, mas minutos antes, eram olhos fervorosos para mim. Mais força...mais força.
Eu apertava seu pescoço com toda minha força. Era uma sensação agradável e libertadora.
Seu corpo inteiro tremia à procura de ar.
Sua veia da testa começou a saltar, seu rosto começou a ficar roxo. Mais força...mais força.
O sangue estava na cabeça, parecia que iria explodir.
Respirei fundo e dei o último tranco, estralei meus dedos pela força. Senti seu pescoço amolecer em minhas mãos.
Me estiquei, olhei para cima de olhos fechados, respirei fundo e exalei o ar puro da natureza com prazer.
E tudo isso, por ela não querer ficar calada....
para a garota da frente
Seus olhos me olhavam fixamente. Demonstravam piedade pela minha ação, mas minutos antes, eram olhos fervorosos para mim. Mais força...mais força.
Eu apertava seu pescoço com toda minha força. Era uma sensação agradável e libertadora.
Seu corpo inteiro tremia à procura de ar.
Sua veia da testa começou a saltar, seu rosto começou a ficar roxo. Mais força...mais força.
O sangue estava na cabeça, parecia que iria explodir.
Respirei fundo e dei o último tranco, estralei meus dedos pela força. Senti seu pescoço amolecer em minhas mãos.
Me estiquei, olhei para cima de olhos fechados, respirei fundo e exalei o ar puro da natureza com prazer.
E tudo isso, por ela não querer ficar calada....
para a garota da frente
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